segunda-feira, 25 de maio de 2009

Já pensou em ser um milionário?

Ficha Técnica

Título Original: Slumdog Millionaire

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 120 minutos

Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2008

Site Oficial: www.quemquerserummilionario.com.br

Estúdio: Celador Films / Film4 Distribuição: Fox Searchlight Pictures / Europa Filmes Direção: Danny Boyle Roteiro: Simon Beaufoy, baseado em livro de Vikas Swarup Produção: Christian Colson Música: A.R. Rahman Fotografia: Anthony Dod MantleDesenho de Produção: Mark DigbyFigurino: Suttirat Anne Larlarb Edição: Chris Dickens

quinta-feira, 21 de maio de 2009

CERVEJAMIGOS

"CERVEJAMIGOS"


"Cerveja, amigos, ideal para jogar conversa fora e conhecer gente nova.
Calma, eu disse amigos...Tudo a ver com cerveja! Mas pare e olhe ao seu lado em uma mesa de bar e observe que aquela frase: AMIGO SE CONTA NOS DEDOS ( bem clichê ), deve ser cautelosamente obedecida.
Não é porque um(a) colega ou conhecido(a) é bonitinho ou rico ou gente boa ou até mesmo “carismático” seja um motivo para se tornar seu AMIGO.
Já parou pra prestar atenção no quanto essa palavra é dita com facilidade e se aplica a qualquer nível de amizade? Gente, até os garçons são nossos amigos: Amigo, vê uma gelada.
Quando batem no seu carro: Amigão, você que estava errado. Ah, pronto ! Acabou de conhecer o cara que desgraçou seu carro que nem foi pago e até ele tem vínculo de amizade?
Por isso não se pode considerar demais as pessoas que você pensa que valem a pena. Aquelas que tem alguma qualidade que te faz admirá-la... Que você faz questão de inserir no seu meio para todos conhecerem e que de repente a mesma te exclui de vários programas legais. Isso é coleguismo.
Mas também existem aquelas amizades eternas, que você pode ficar distante mesmo perto, ou perto mesmo distante. É tão confuso que se é amigo sem perceber.E há aqueles agregados que se tornam amigos na aba de outros, mas como “ mi casa su casa “ não podemos excluir. Mas também não é qualquer um que pode ir se enturmando com facilidade, é avaliado sem saber que está sendo e o marasmo de não mudar de estilo para ser aceito pode ser um aperitivo para quem avalia antes de entra na “tchurma”.

Ou seja, a palavra se banalizou muito de um tempo pra cá. Mas o que nunca se deve perder o sentido é a verdadeira amizade. Essa sim faz a palavra AMIGO sair com gosto! Portanto, continue sendo amigo de todos que você se importa e se importe com aquelas pessoas que te consideram.

Deixe que a amizade seja como o rio... Sabe certo o seu caminho sem precisar de ninguém para desviar."

Autoria do texto do meu amigo Tony Costa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Twitter, mais uma febre mundial na internet











Você já deve ter ouvido falar em rede social de relacionamentos na internet, certo?
Esses formatos de “relacionamentos virtuais” tem crescido a cada dia no mundo todo e principalmente no Brasil, que segundo pesquisas, aponta o país com o maior número de internautas conectados à internet. A mais nova febre na rede é o Twitter, um site de relacionamento bem parecido com o Orkut onde você compartilha totalmente sua vida com milhares de usuários, que respondem a todo tempo a pergunta "O que você está fazendo?". Além do Twitter, já existe há muito tempo, o “primo” mais famoso nos EUA, e também mais parecido com o Twitter, o Facebook. Nele, os usuários podem postar fotos, procurar pessoas, comentar e responder a pergunta: "O que você está pensando agora?".

O Twitter, trata-se de uma rede social, onde os usuários podem enviar mensagens com até 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. Essa prática, no caso de estudantes de Jornalismo ou até mesmo para os profissionais já formados, auxilia no processo de construção de textos concisos e objetivos, limitados até140 letrinhas.
As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e enviadas a outros usuários da rede e vistas pelo mundo todo.

Essas redes tem ganhado adeptos no mundo inteiro, desde anônimos a celebridades nacionais e internacionais. Os programas de TV, rádio e os portais na internet tem comentado demasiadamente sobre essa nova ferramenta, e com isso, tem aguçado a curiosidade de milhares de pessoas sobre o Twitter. Consta que mais de 14 milhões de pessoas já usam o Twitter para compartilhar suas vivências com o resto do mundo.

Mas esse fenômeno não para por aí. Além dos anônimos, celebridades no mundo inteiro tem aderido à prática. Entre os primeiros “twitters” inveterados está o presidente Barack Obama, que informou publicamente a adesão ao site. Além dele consta o nomes do atual governador da Califórnia Arnold Schwarznegger, o ex-presidente Al Gore, e outros famosos como Joe Biden, Britney Spear, Snoop Dogg, Michael Phelps, sem mencionar alguns nomes famosos no mundo da pornografia tais como Belladonna, Jenna Haze, Marie Luv e Stoya. E para comprovar a veracidade dos fatos, basta “googlá-los” para pegar o endereço eletrônico deles no Twitter. Mas muito cuidado, em se tratando de internet, os perfis fakes sempre estão presentes, e no mundo virtual dos famosos não poderia ser diferente.
Só para se ter a noção do poder de comunicação e disseminação de informações na internet, no início deste mês, o ator Ashton Kutcher, esposo da atriz Demi Moore, tornou-se a primeira pessoa a atrair um milhão de seguidores para seu Twitter. Durou pouco. Meia hora depois, a gigante CNN ultrapassou sua contagem em números de seguidores.
Para um "twitter", a felicidade e a glória nessa rede duram pouco, ou o suficiente para “baixar a febre”.

Wagner Fernandes.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Os riscos e sucessos no mercado informal no Brasil


Toda quarta-feira de 16hs às 22:30hs acontece na Faculdade Estácio de Sá, a Feira de Arte e Artesanato no Corredor Cultural JK. O espaço é utilizado para exposições, vendas de artesanatos, roupas, gastronomia, adereços para casa além de muita música ao vivo, num clima de descontração e lazer. O evento é realizado em parceria com a Administração Regional Oeste e além do caráter social que reveste o evento, a proposta é divulgar a Estácio de Sá junto à comunidade, principalmente nos bairros que integram a Regional Oeste.

Além disso, a feira abre possibilidades e dá oportunidade para as pessoas mostrarem seu trabalho, divulgar seu talento e até completar o orçamento doméstico. Na feira é possível encontrar barracas que vendem de tudo um pouco, artesanatos, roupas, além de comidas típicas de vários estados do Brasil, doces e bebidas. O evento é aberto ao público estudantil e a toda comunidade, além de familiares, amigos no endereço rua Erê, 207 no bairro Prado em BH.

No Brasil, muitas pessoas depois de se aposentarem, entram para este tipo informalidade, e encontram o sustento na renda complementar e até uma vida melhor, expondo e vendendo seu trabalho, já que muitos autônomos vivem praticamente deste tipo de espaço e eventos.  A "feirinha", como é conhecida pelo frequentadores da faculdade, é só mais um caso de sucesso neste vasto mercado da informalidade no Brasil, onde nem todos os que lutam pela sobrevivência tem a mesma sorte.

Os números dos negócios realizados na base da informalidade no Brasil são impressionantes e, ao mesmo tempo, preocupantes. Eles refletem a necessidade de incentivo a regularização dos pequenos negócios, trazendo-os para o mercado formal afim de evitar um agravamento na arrecadação nacional. Pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ligado ao Ministério do Planejamento, mostram quem 50,4% dos postos de trabalho gerados pelo setor produtivo nacional, em 2005, são provenientes de empreendimentos do setor informal.

Segundo o estudo, a agricultura detém a maior proporção dos empregos informais, com 78,3%, seguida dos setores de serviços (54%), comércio (52%) e indústria (50,4%).

De acordo com a pesquisa, a forma mais correta de combater a informalidade é a retomada do crescimento econômico e um ambiente favorável às empresas, como redução da carga tributária e das taxas de juros. O governo em busca de trazer para a formalidade, e com isso garantir receita para o país,criou a Lei Geral das Micros e Pequenas Empresas, aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional em campanha conjunta do Sebrae com os diversos segmentos do país. A legislação entrou em vigor em 1º de julho de 2007 e deve contribuir significativamente para a formalização de milhares de empreendimentos hoje no setor informal no Brasil. Com isso, minimiza o processo burocrático como a diminuição da carga tributária para as empresas, a simplificação no pagamento e a unificação dos tributos federais, estaduais e municipais, além da redução da burocracia para o registro de uma empresa, além de gerar novos postos de trabalho e evitar a falência.

Outro caso de informalidade é a Feira de Arte e Artesanato da Avenida Afonso Pena, que acontece há mais de 40 anos, popularmente conhecida como Feira Hippie, local onde milhares de turistas visitam aos domingos para fazerem compras nas várias barracas. São vendidas roupas e artesanato, comida variadas , em um amplo espaço na Avenida Afonso Pena numa distância de cerca de 2 quilômetros. A avenida, uma das principais da cidade, é fechada aos Domingo para realização do evento, como mostra o vídeo a seguir:



Mas nem tudo são flores. A não contribuição desses trabalhadores autônomos com a receita do país, contribui significativamente para a estagnação das políticas sociais e econômicas, além de assumirem riscos como a falta de assistência para a aposentadoria, saúde, educação e etc.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Nova reforma ortográfica é aprovada no Brasil



O Acordo Ortográfico e as dúvidas dos próprios especialistas,
Professores, editores e revisores já os deixam de cabeça quente com o que muda e o que fica depois da reforma.

A questão do hífen nas locuções não está explicada. Todas elas perderam o hífen, como dona de casa, pé de cabra. Mas pé-de-meia ficou. Qual foi a regra adotada pela ABL? Antes a regra era: pé-de-cabra com hífen era a ferramenta; pé de cabra sem hífen referia-se à pata do bicho. Você poderia até discordar. Mas era uma regra. E agora? Outro problema está nos acentos diferenciais, que vai dar margem a confusão. Imagine a manchete: Decisão do Detran para Paulista. Você põe acento em "pára", como era antes e acabou de criar um problema na cidade. Por outro lado, regra pode ser somente específica para aquela região e até ajudar.

Todas as reformas ortográficas são discutíveis. O «ótimo» era que não houvesse «fatos», nem «contatos», nem «batismos» na ortografia, mas não virá grande mal ao mundo, por isso...
A verdade é que nunca houve nem haverá reformas consensuais. Em todas as reformas ortográficas existiram sempre motivos políticos, económicos ou outros subjacentes. E por que não? Não fora assim, ainda hoje escreveríamos como nos tempos da primeira dinastia.
Mais recentemente, em Portugal, desde a fundação da República, já houve várias reformas ortográficas e penso que, ficar insistindo, aos quais damos a importância de gigantes, é coisa que não ajuda nada à unificação da escrita do português em todo o mundo onde estamos espalhados e pela qual nos devemos bater sem complexos... de superioridade, inferioridade ou legitimidade, aliás como fazem inteligentemente e sem pruridos os ingleses, os franceses e os espanhóis.
Neste problema ortográfico, como noutros, a discussão sem fim nem soluções à vista devido ao caricato da eterna teimosia nacional, é simultaneamente a origem e o resultado do nosso atraso proverbial.
Ainda hoje há quem defenda que não devíamos ter deixado de escrever «Pharmácia» e outras «couzas». Geralmente são os mesmos que proclamam os exageros doutras modernices que utilizam no seu dia a dia e lhes dão muito jeito…
É claro que não estou falando aqui de novos termos técnicos cuja introdução, na fala e na escrita corrente, parecem um perfeito desastre. Mas até a muitos deles vamos ter que nos habituar irremediavelmente, com acordo ou sem acordo ortográfico, para desespero dos puristas da nossa língua.


Assuntos relacionados:

Veja tabela com as novas regras

Editoras atualizam dicionários visando aumento de demanda

Correndo atrás da reforma ortográfica

sexta-feira, 27 de março de 2009

De bem com a natureza. Brasil apresenta protótipos de carros ecologicamente corretos

A Fiat Automóveis exibiu no 24° Salão Internacional do Automóvel um concept car com criação 100% brasileira. Os designers do Centro Estilo Fiat do Brasil fizeram um exercício de estilo e criatividade dentro de uma das linhas mais bem-sucedidas da empresa, a Adventure, e decidiram compartilhá-lo com o público presente ao evento.

Assim foi criado o cupê Fiat Concept Car Adventure. Este inovador concept esportivo off-road para duas pessoas nasceu da união das proporções de automóveis esportivos com as principais características off-roads: altura elevada e grande ângulo de entrada e saída.

Olhando o FCC Adventure de frente percebe-se logo a robustez do modelo marcada pelos dois fortes vincos no capô, os faróis de grande personalidade e o peito de aço frontal, que invade o pára-choque.
Nas laterais destacam-se linhas fluídas típicas de um cupê. Capô e traseira curtos, faróis elevados e pára-lamas pronunciados, que comportam rodas exclusivas de 18 polegadas, conferem ao modelo agilidade, dinamismo e velocidade. Outros dois elementos estéticos são os vincos laterais que criam diferentes planos, resultando um efeito de luz “chiaro-scuro”, tipicamente italiano, e o rack porta-objetos que resulta também em efeito aerodinâmico.
A traseira alta com lanternas nas extremidades e pára-choques com linhas bem marcadas, com efeito extrator, completa a robustez do modelo. A esportividade também é reforçada pelo escapamento central e pelo rack com brake-light integrado. Seguindo o conceito Adventure este concept-car traz o estepe no alto da tampa traseira.

No interior, a composição é toda em preto, prata e laranja, como o volante revestido em couro com apliques em laranja e prata e os bancos de competição com cintos de cinco pontos na cor laranja com detalhes pretos. Assim como no novo Fiat Idea Adventure, o FCC Adventure
 também recebeu bússola e inclinômetros sobre o console central.

Para garantir o alto desempenho, o FCC Adventure é equipado com motor 2.4 20V, de 167 cv, tração dianteira com diferencial auto-blocante, suspensão independente nas rodas dianteiras, multi-link na traseira com amortecedores reguláveis, pneus 285/60 R18 P Zero nas rodas de 18 por 9,5 polegadas.

Para completar, a carroceria é pintada na cor laranja metalizada Tricoat – uma tinta especial que produz um efeito de mudança de cor conforme a luz, indo do amarelo até o vermelho intenso.



Pra combinar com a natureza

Conceito desenvolvido pela Fiat em Betim traz soluções ecologicamente corretas e o motor elétrico proporciona autonomia de 100 quilômetros, com bom desempenho.


Imagine um carro que tem estilo esportivo, funciona sem fazer barulho, não polui e ainda usa componentes feitos com materiais alternativos. É real e foi totalmente desenvolvido e construído em Betim. Trata-se do Fiat Concept Car II, o FCC II, que foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2008. Também conhecido como Bugster, o conceito funciona com
 motor elétrico movido por 93 baterias de íon lítio, recarregáveis em qualquer tomada de 220V, e distribuídas de forma equilibrada na parte da frente e traseira do veículo. É um carro divertido de dirigir, com soluções que certamente estarão nos modelos de linha em breve.
O FCC II foi projetado no Pólo de Desenvolvimento Giovanni Agnelli, em Betim, tendo como proposta principal a utilização de soluções ecologicamente corretas, aliadas ao estilo divertido. O desenho do conceito foi inspirado no Buggy, modelo feito com carroceria de fibra de vidro e mecânica VW, mas ganhou linhas mais ousadas e modernas. Os para-lamas dianteiros parecem asas e os faróis de xenônio e LEDs lembram os olhos de um felino.

A carroceria usa fibras naturais de fontes renováveis e, como não poderia deixar de ser, foi pintada de verde cítrico. Algumas partes, como o capô, foram injetadas em composto com nanoargila. Discos de freio, molas e outros componentes da suspensão receberam revestimentos organometálicos, isentos de metais pesados. A espuma dos bancos foi feita com 30% de poliol de óleo de soja reciclado, recurso que já vem sendo usado em outros modelos Fiat.

O motor elétrico desenvolve potência de 59kW (cerca de 80 cv) e torque de 22,9 kgfm, que garantem ao conceito um desempenho surpreendente, com autonomia de 100 quilômetros. Para completar o conjunto mecânico, transmissão Dualogic, mas com apenas uma marcha para a frente, outra para a ré e o ponto morto. Conta ainda com o sistema Locker, o mesmo usado nos modelos da linha Adventure. Com chassi tubular, rodas de 18 polegadas e boa altura do solo, o FCC II conceito quer fazer bonito no asfalto e na terra.

O painel tem mostrador de potência, velocímetro e visor digital central com GPS. Não é preciso mudar marchas. Basta acelerar e frear. A direção exige braços mais fortes, pois não tem assistência hidráulica ou elétrica. A economia foi feita para reduzir peso e evitar roubo de energia. Mas isso não compromete o prazer de dirigir o Buggy verde, que faz curvas com desenvoltura e desenvolve bem nas retas. Só não foi possível testá-lo em subidas, em que o motor seria mais exigido. De qualquer forma, o FCC II é a prova de que podemos acreditar que em um futuro próximo teremos veículos mais silenciosos e menos poluentes em nossas ruas.

Veja na íntegra as fotos:

Concept Car FCC II

FONTE: Site VRUM
Fotos: Bruno Gonzaga/Fiat/Divulgação